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segunda-feira, 30 de março de 2015

PHANTOM FROM SPACE - FANTASMA DO ESPAÇO - 1953 - Versão Original em Preto e Branco e Versão Colorizada

POSTADO PRIMEIRAMENTE EM 31/05/2011


SINOPSE:

Ninguém dá muita bola quando um asteróide cai perto da costa da praia de Santa Mônica (na Califórnia). Isto é, até que duas pessoas aparecem mortas. Acontece que alguém ou alguma coisa é ejetado do asteróide e é responsável pelas mortes. A cidade tem que se mobilizar para encontrar o misterioso Fantasma do Espaço, mas qual é o seu objetivo? Porque está lá? E como será a tarefa de encontrá-lo quando descobre-se de que ele é... Invisível!


Preto e Branco

Formato: Avi / DVDRip
Tamanho: 538MB
Duração: 73 minutos
Legendas: Português (fixas)

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parte 1
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Colorizado

Formato: Avi / DVDRip
Tamanho: 650MB
Duração: 73 minutos
Legendas: Português (fixas)

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COMENTÁRIOS
Cartwright

Aí está uma pérola chapoliniana que vale e muito baixar.
Foi dirigido pelo infame William Lee Wilder, o irmão mais velho do famosíssimo Billy Wilder. Dizem até que quando Billy Wilder era perguntado sobre sua família ele alegava que foram mortos pelos nazistas, só para não mencionar seu irmão e sua carreira no cinema.
Questionado pela imprensa em relação ao Wm.Wilder, ele dizia sem meias palavras que se tratava de um idiota filho da puta(bom, desse modo atingia a própria mãe)
William antes de entrar na carreira de direção, até que com um filme noir interessante THE GLASS ALIBI 1946 e uma série de curtas, fundou uma fábrica de bolsas de New York, que ele mesmo criava, mas que não foi muito duradoura, bem como as próprias bolsas.


 Paul Kelly e Anne Gwynne
GLASS ALIBI de 1946

Mas pera aí...tá certo que sua direção beirava o amadorismo em alguns momentos e seus projetos eram de um orçamento quase zero(ele mesmo produzia a maioria), mas foi um nome reconhecido pela galera do sci-fi, sendo criador de pérolas como KILLERS FROM SPACE, FRIGHT, THE SNOW CREATURE e o curioso MAN WITHOUT A BODY.


O roteiro foi feito pelo seu filho Miles Wilder sempre criando o screenplay com seu parceiro, Willian Raynor. É interessante notar o elemento cômico(mesmo sem intenção)de PHANTOM FROM SPACE, pois mais tarde, Miles sempre com parceria de William Raynor, escreveu muitas séries cômicas para TV como AGENTE 86,PAUL LYNDE SHOW,NOVIÇA VOADORA, além de dividir roteiros de muitas outras séries. Escreveu também os roteiros de todos os filmes sci-fi de seu pai.
Dizem que na cena da correria no prédio, os tombos e escorregões não estava nos planos do diretor, os figurantes se estabanavam mesmo, mascomo ele não queria rodar as cenas de novo, ficou assim mesmo, como se fosse um dos bons momentos dos Marx Brothers...



O ponto forte são os efeitos, bem interessante, especialmente os efeitos visuais, na aparição do alien sob raios ultra-violetas criado por Howard A.Anderson( que realizou os efeitos da saga clássica de STAR TREK e os efeitos de fotografia do excelente JACK THE GIANT KILLER de Nathan Juran, numa carreira com premiações e indicação para Oscar)
Também eficiente, foram os efeitos especiais de Alex Weldon indicado ao Oscar por PATOON e responsável pelo cult sci-fi INVASION OF THE SAUCER MEN como também o primeiro STAR TREK feito por Robert Wise para o cinema.
Esse PHANTOM FROM SPACE é um clássico esquecido e que o Carlosm42 está ressuscitando para nossa festa trasheira. Imperdível e obrigatório para quem é do ramo.




SCREENSHOTS

Preto e Branco

 


SCREENSHOTS

Colorizado





PHASE IV - 1974



SINOPSE:

Dois cientistas (Michael Murphy e Nigel Davenport) investigam no deserto os efeitos de um fenômeno cósmico que parece ter transformado as formigas em criaturas inteligentes.


Formato: Avi / DVDRip
Tamanho: 830 MB
Duração: 85 minutos
Idioma: Inglês
Legendas: Português (srt na pasta) 
TRADUZIDAS POR PETER HAMMILL 

LINKS EM 2 PARTES MEGA:






COMENTÁRIOS
BLOG PORQUE É PRECISO VER

Silencioso, assombroso e belo, Fase IV é um intrigante (e também negligenciado) filme de ficção científica feito pelo renomado designer Saul Bass (o homem por trás das sequências de créditos iniciais de Psicose, Um corpo que cai, entre outros outros). Mas para quem espera sustos e monstros medonhos regados a surpreendentes efeitos especiais (que parecem ser requisistos das ficções de hoje) definitivamente é melhor passar longe de Phase IV. Esse é um daqueles raros filmes que exige uma apreciação atenta, que nos leva e nos obriga a algumas reflexões...
As primeiras e psicodélicas imagens nos mostram um misterioso fenômeno cósmico que não afetou a humanidade.
Mas que parece ter transformado de alguma forma os seres mais inofensivos e banais do planeta terra: as formigas.
A ação de Fase IV se inicia em um trecho desolado do deserto norte-americano, de onde o olhar artístico de Saul Bass explora os matizes da paisagem cena após cena acentuando os castanhos, laranjas e amarelos.
Somos então levados por uma série de close-ups de formigas e uma voz em off começa a destacar as habilidades e potenciais inerentes a esta força da mais insignificante das criaturas de Deus. Por várias cenas, filmadas de uma maneira quase documental somos convecidos do potencial impacto que as formigas podem ter sobre o planeta.
A história humana de Fase IV diz respeito aos esforços de Doutor Hobbs (Nigel Davenport), e James (Michael Murphy), o seu assistente, para estudar as recentes e estranhas atividades das formigas do local. Embora quase todo mundo na América tenha relatado o estranho e novo comportamento das formigas, ninguém deu importância.
Mas o Dr. Hobbs está convencido de que algo importante, e possivelmente catastrófico, está acontecendo na solidão do deserto
Depois de garantir o dinheiro necessário para financiar seus experimentos, Hobbs e seu assistente se estabelecem em um laboratório hermeticamente fechado para assistir o comportamento das formigas.
E os temores se concretizam ao perceberem o progresso evolutivo das formigas, seu aumento de inteligência e, possivelmente, uma consciência coletiva impregnada com noções de expansão territorial.
Nas mãos de um impaciente diretor, esta história sobre hordas imperialistas de formigas poderia muito bem se tornar ridícula! Mas Bass mantém a sua história firmemente plantada no reino do crível e evita usar qualquer efeito especial para mostrar criaturas monstruosas.

O DIRETOR SAUL BASS

Em vez do sensacionalismo, Bass oferece-nos cenários que são viáveis e por isso mesmo muito mais assustadores. Assim sendo, temos legiões de formigas que atacam fios elétricos para desligar o ar-condicionado que alimenta o laboratório, numa clara tentativa de matar os cientistas humanos.
E assim agem as diminutas formigas, aparentemente frágeis, mas com uma força coletiva terrível, capaz de devorar em instantes um homem de dentro para fora.
O mais intrigante na direção de Bass é que mesmo os momentos macabros são imbuídos de tal beleza misteriosa que não conseguimos deixar de apreciar a sublime fotografia do filme, mesmo em seus instante de horror. Ok, eu confesso, sou um fã do Saul Bass... he he he
Para além do visceral e imediato horror que o filme mostra, existe uma profunda e mais sinistra idéia.
Conforme o filme avança, vemos como Hobbs é lentamente consumido por uma enlouquecedora febre devido a uma picada, enquanto James luta para encontrar uma forma de se comunicar com as formigas. Em certa altura, junta-se a eles uma linda jovem, sobrevivente de um ataque das formigas à sua fazenda. Mas percebemos que o destino dessas almas solitárias, em última instância, é irrelevante para a história.
Vivos ou mortos, os nossos heróis são apenas o primeiro obstáculo para que as formigas tenham a derradeira conquista de toda a civilização
Sabendo que Hobbs, um homem de ciência e por isso mesmo ciente do poder do inimigo, é incapaz de impedir o avanço das formigas, temos de encarar o fato de que o resto da humanidade também está condenada, que todos os nossos esforços para deter as formigas provavelmente serão infrutíferos.
E apesar de Fase IV marchar para uma desesperada conclusão, Bass abstém-se de nos mostrar esse terrível apocalipse, deixando para o final apenas uma sucessão de belas imagens e um calafrio premonitório do que está por vir.
E o poder das imagens criadas pelo diretor/designer é incontestável. E a sua fusão com a trilha sonora eletrônica do grupo "Tangerine Dream" também ajuda a criar uma atmosfera totalmente alienígena e desconfortável.


Para quem não conhece, Saul Bass (1920-1996) foi um extraordinário designer, que a partir de 1955, revolucionou os créditos de apresentação de filmes, ao fazer os trabalhos introdutórios de "Carmen Jones"(1955), e "O Homem do Braço de Ouro" (The man with the golden arm, 1956), ambos de Otto Preminger, que voltaria a utilizar seu talento em outros filmes ("Anatomia de um crime", 1958; "Exodus", 1960; "Tempestade sobre Washington", 1962 e "Bunny Lake Desapareceu", 1965).
Evidentemente, que seu talento não ficou restrito aos filmes de Preminger: colaborou com Alfred Hitchcook ("Intriga Internacional", 1959 e "Psicose", 1960), Michael Anderson ("A Volta ao Mundo em 80 Dias", 1957), Delmer Daves ("Como Nasce Um Bravo/Cowboy", 1958), Stanley Kubrick ("Spartacus", 1960), Robert Wise ("Amor Sublime Amor", 1962), Edward Dmytryk ("Pelos Bairros do Vício", 1962), Stanley Kramer ("Deu a Louca no Mundo", 1963) e Carl Foreman ("Os Vitoriosos", 1964), para só citar apenas alguns de seus trabalhos. Para quem quiser saber mais sobre esse gênio das imagens é obrigatória a visita ao www.notcoming.com/saulbass/index2.php

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domingo, 29 de março de 2015

QUEEN OF OUTER SPACE aka REBELIÃO DOS PLANETAS - 1958

POSTADO PRIMEIRAMENTE EM 06/05/2012

SINOPSE:


No planeta Vênus, a sociedade é completamente dominada pelas mulheres. A rainha planeja destruir a Terra usando seu poderoso raio desintegrador. Um grupo de astronautas terrestres chega ao planeta e seu comandante, conquista o coração de uma das venusianas, que se alia ao grupo da terra para tentar impedir os planos da rainha.

Formato: Avi / DVDRip
Tamanho: 700mb
Duração: 80 minutos
Idioma: Inglês
Legendas: Português (na pasta)

Upload e legendas  traduzidas e sincronizadas
pelo nosso amigo Carlos J Solrac


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Direção: Edward Bernds
Produção: Ben Schwalb
Roteiro: Charles Beaumont
Música: Marlin Skiles
Diretor de arte: Dave Milton
Efeitos especiais: Milt Rice

ELENCO:

Zsa Zsa Gabor
Eric Fleming
Dave Willock
Laurie Mitchell
Lisa Davis
Paul Birch
Patric Waltz
Barbara Darrow
Marilyn Buferd
Mary Ford










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COMENTÁRIOS

Amigos do Space Monster temos aqui mais um exemplar do cinema fantático dos anos 50, "Queen of Outer Space", no início qualquer fã acha que será mais um clássico da exploração espacial em procura de novos mundos, inclusive os primeiros 15 minutos, com o lançamento do foguete e com as dificuldades no percorrer de sua jornada, pensamos,  nossa que legal , um filme ao estilo de "Conquest of Space"," Rocket Ship XM", "Destination Moon", mas depois da apresentação, que só acontece após os 15 minutos, é que começa a festa.
Bom, nós sabemos que existem milhares de filmes B desta época, de todos os tipos possíveis, e dentro do Sci Fi desta década, também existem alguns grupos específicos, filmes até certo ponto quase iguais e sabemos que isso acontece porque um sucesso sempre é seguido de inúmeros filmes semelhantes.
Como estava dizendo, não se trata de um filme "apenas" sobre a exploração e descoberta de novos mundos, mas com certeza, mais um no estilo de "Cat Women of the Moon", "Missile to the Moon", "World Without End" e outros, com muitas modelos lindas, com as pernas e decotes a mostra.
Neste temos a famosa Zsa Zsa Gabor, junto com outras mulheres guerreiras, algumas boas  outras malvadas, que nos impressionam com suas abilidades sobre humanas, de ir em uma missão ou até mesmo ao campo de batalha, com mini saias e salto alto, incrível hahaha !
Pode até parecer ridículo, mas neste filme como nos outros 3 que citei, também existe uma Aranha Gigante faminta, tentando devorar os herois e heroínas. 
Além disso temos vários atores famosos que atuaram em inúmeras ficções científicas dos anos 50 ao 60, entre eles o mais conhecido, por trabalhar em vários  filmes de Roger Corman "Paul Birch", também temos a presença de "Eric Fleming", que atuou em Conquest of Space, "Dave Willock" que o vemos em Revenge of the Creature, estes são alguns exemplos das produções que participaram, todos eles fazem parte de um grupo de atores, que fizeram nome em inúmeros clássicos da ficção científica.
QUEEN OF OUTER SPACE é mais uma relíquia da época áurea, a década de 1950, que graças a Carlos Solrac o tradutor das legendas, podemos relembrar e guardar em nossas coleções .


SCREENSHOTS